::Sobre Mim::

Adeilson Salles

Click aqui


::arquivos::




::Links::

Candeia

Evangelizar

Centro Esp�rita Francisco Xavier dos Santos


USE Regional Ja�


::Layout por::



16/01/2006 11:16
“Berço e túmulo são simples marcos de uma condição para outra. Somos responsáveis por nossa tragédia e por nossa glória”.
Chico Xavier / Emmanuel

O que fazer quando a morte se apresenta no seio familiar?
Como contemplar o berço vazio, pois outrora os sorrisos inocentes enfeitavam os dias maternos.
Aquele lugar a mesa está desocupado, o que fazer na falta do paizinho inesquecível?
E aquele jovem que esbanjava saúde, por que a morte é tão cruel?
E a orfandade materna tão cruel para todos os corações, como lidar com a ausência daqueles que amamos?
Quando a morte se apresenta, a primeira sensação é de total incredulidade, sempre acreditamos que isso só acontece com as famílias alheias.
O sentimento de vazio, muitas vezes acompanhado de revolta e perplexidade, só nos faz naufragar em meio à própria impotência diante de tão dura realidade.
Muitos morrem para a vida, junto com o ente querido que acaba de partir, outros se arrojam em depressões terríveis abdicando de si mesmos, abandonando-se.
Alguns mais, alegando que a vida não vale mais a pena, entregam-se aos desajustes do vício crendo-se os únicos sofredores sobre a Terra.
Raros são aqueles que conseguem lidar com este fenômeno natural de maneira equilibrada.
Todos sofremos, quando do passamento de quem quer que seja.
Se pudéssemos ouvir o clamor daqueles que partiram, quando junto com o corpo deles, enterramos também a nossa própria vida, ficaríamos surpresos.
Aqueles que nos antecederam na grande viagem nos pedem vida e não morte.
É comum sepultarmos junto com os restos mortais dos entes queridos todas as nossas melhores lembranças, isso está errado.
As vozes ecoam no além nos pedindo para viver e amar cada vez mais.
A única maneira de demonstrarmos amor pelos que partiram é dar a eles o nosso equilíbrio, através das vibrações de amor oriundas de nossos corações.
Por mais que as lágrimas nos envolvam no inconformismo, vibremos sempre o melhor declarando nosso amor aos que partiram através da nossa gratidão ao Criador, por ter convivido e aprendido com essas criaturas.
As melhores lembranças podem gerar as mais confortadoras lágrimas, mas o pranto de revolta é como um chicote voraz a castigar os corações amados que não podemos mais enxergar com os olhos carnais.
Quando a saudade apertar, abrace seu ente querido através da oração.
Com equilíbrio e paz interior, certamente a Misericórdia Divina permitirá que através dos sonhos possamos nos encontrar para minimizar a saudade.
Berço e túmulo são portas abençoadas para nossa evolução.

Adeilson Salles
enviada por Adeilson Salles






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)

.:Layout Exclusivo Templates-by-Brothers:.